quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Acomodações Curriculares (exemplos)


Objetivo: Partilhar recursos e conhecimentos adquiridos em momentos de formação com os pares.

Diferenciação Pedagógica na sala de aula em 1 minuto


Objetivo: Partilhar recursos e conhecimentos adquiridos em momentos de formação com os pares.

"O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória" - Utopia ou realidade?

Clube “PENSANDO AO OIRÁRTNOC” - Carnaval


A temática trabalhada no Clube “PENSANDO AO oirártnoc” esteve relacionada com a comemoração do CARNAVAL.
Para levar a cabo as atividades do CARNAVAL, procedeu-se à análise do cartaz referente ao “Carnaval 2020 em Estarreja”, à consolidação de conhecimentos teórico-práticos, e em particular, à expressão e comunicação (motora, dramática e plástica).
As atividades desenvolvidas tiveram como objetivo fomentar o desenvolvimento de múltiplas competências gerais e específicas, contribuindo assim para o desenvolvimento global dos alunos.
Desta forma, na implementação das atividades, os alunos num primeiro momento trabalharam em grupo, na construção do PALHAÇO COLETIVO, de seguida, cada aluno construiu uma mascarilha, tendo por base a mão direita e a esquerda, num outro momento cada aluno colocou a sua mascarilha no PALHAÇO COLETIVO. Por último, o PALHAÇO COLETIVO foi colocado no expositor do corredor.
Refletindo,
Tem havido um esforço continuado de aumentar o interesse e a participação dos alunos nas tarefas dinamizadas no CAA. Assim, as atividades apresentadas são em formato “aberto”, isto é, cada aluno pode proceder a um conjunto de procedimentos, os quais lhe permitem desenvolver a sua capacidade de iniciativa e originalidade.
Reconhecemos, que até à data, os alunos tem mantido bons níveis de interesse e participação, que tem contribuído para melhorar a sua aprendizagem e adquirir atitudes e hábitos positivos de relação e cooperação.
É assim em PENSANDO AO OIRÁRTNOC!

O valor das palavras


Dislexia - um blogue para os pais

Resultado de imagem para Dislexia: crianças "chegam onde chegam os outros, mas de forma diferente"

Patrícia Teixeira Abreu, autora do blogue "Dislexia DayByDay", foi esclarece aqui alguns mitos e apresenta estratégias para contrariar a dislexia, uma disfunção neurológica que afeta entre 2 a 10% da população.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Inquérito - Comportamentos Aditivos e Dependências

Está a decorrer um inquérito online neste link, dirigido aos presentes, de modo a avaliar se esta ação de sensibilização atingiu os padrões de qualidade a que nos propusemos e também para planear ações futuras.


Agradecimentos

Agradeço ao Dr. Emídio Abrantes, por aceitar este convite e tornar esta ação possível. Agradeço ao Dr. João Alegria, Vereador da Educação da Câmara Municipal de Estarreja, muito bem representado pela Dr.ª Sofia Freire, Chefe de Divisão da Educação, Cultura e Coesão Social, pelo incentivo e presença assídua nas atividades do nosso Agrupamento. Agradeço a presença e a constante colaboração e disponibilidade da Dr.ª Joana França, psicóloga da Divisão de Educação, Cultura e Coesão Social da Câmara Municipal de Estarreja. Agradeço a presença do professor Rui Rufino, Coordenador do Observatório de Qualidade. Agradeço à Biblioteca Escolar da ESE por presentear o orador com algumas lembranças. Agradeço, também, a todos os presentes que permitiram a realização desta atividade.
Paula Silva
Professora de Educação Especial

AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO│ Comportamentos aditivos e dependências

No passado dia 19 de fevereiro, realizou-se, na Escola Secundária de Estarreja, uma ação de sensibilização sobre Comportamentos Aditivos e Dependências com e sem Substância, dirigida a professores, pais e encarregados de educação. Esta ação contou com a presença do Dr. Emídio Abrantes, Coordenador do Centro de Respostas Integradas de Aveiro – Administração Regional de Saúde, I.P., antigo Centro de Atendimento da Toxicodependência (CAT), a convite da professora Paula Silva, dinamizadora da atividade. O objetivo desta iniciativa foi sensibilizar e promover conhecimento sobre formas de prevenção ou de atuação face à dependência e alertar para os problemas relacionados ao nível pessoal, social e escolar. 
   
A ação teve início com a apresentação dos resultados da aplicação do Inquérito “Jogar 100 Dependências”, elaborado sob a orientação da professora Paula Silva pelo Observatório de Qualidade e aplicado, durante o mês de outubro de 2019, aos alunos do 3º CEB e Secundário do Agrupamento de Escolas de Estarreja, que fazem uso de videojogos num computador, consola ou outros dispositivos móveis, respeitando-se os direitos à privacidade, à segurança, à proteção e à confidencialidade dos dados pessoais e ao seu tratamento. A professora apresentou as fontes utilizadas na génese deste documento, os seus objetivos e a forma como foi aplicado. Foram ainda identificados os sinais de comportamentos desadaptativo predisponentes ao desenvolvimento desta problemática. Acerca dos resultados do inquérito, a professora acredita que “Não se pode dizer que esta problemática não existe no nosso Agrupamento. Não deixa de ser necessária uma intervenção preventiva com o objetivo de fornecer aos nossos alunos os conhecimentos e as competências necessárias para lidar com o risco associado a estes comportamentos.” E foi corroborando esta ideia de que na nossa sociedade “existem problemas aditivos” que o Dr. Emídio, coordenador do CRI, começou a sua apresentação. “A substância faz parte do nosso quotidiano. É preciso dizer não e fazer escolhas conscientes.” – afirma perante as estatísticas que concluem que 89% dos jovens com 19 anos já consumiram haxixe. Não obstante, o orador descreve Portugal como um país pioneiro no âmbito das adições. “Cá, ao contrário de outros países, as adições são consideradas um problema de saúde e não um problema judicial, como é o caso dos EUA e do Brasil. Existem Centros de Tratamento numa Comunidade Terapêutica. Trata-se de uma estrutura residencial de longa duração, comparticipada pelo Estado em 80%, pelo que a família paga 180€ mensais, valor que se mantém há 20 anos e que continua a ser elevado para muitas famílias.” 

O orador apresentou o contexto de outras dependências como a cannabis, o uso dos videojogos, da raspadinha e Placard e descreveu os diferentes usos que diferentes Agrupamentos de Escolas dão ao telemóvel em sala de aula. 

A ação proporcionou espaço de debate e partilha de experiências. Alguns dos presentes colocaram questões, enquanto encarregados de educação, sobre o uso excessivo dos videojogos e o jogo a dinheiro e comentou-se acerca do paradoxo entre a crescente liberalização das drogas e o aumento do custo do tabaco, dos açúcares e salgados: “Qualquer dia será mais fácil comprar um queque de cannabis do que uma bola de Berlim” afirmou Rui Rufino, professor coordenador do Observatório de Qualidade. 

No final, ficou o apelo do orador convidado face à impessoalização das relações humanas na era da virtualidade e dos nativos digitais:” Não podemos perder o treino de relacionamento social com o outro”.

Los colores de las flores


Objetivos: Partilhar recursos e conhecimentos adquiridos em momentos de formação com os pares, fomentar o diálogo, a partilha de experiências e a reflexão dos alunos acerca do conceito de inclusão, promover valores nos relacionamentos e um bom ambiente de aprendizagem.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Alunos do CAA da ESE em destaque na Concentração de Boccia


Moisés Monteiro, Diana Silva e Alexandre Monteiro
No âmbito do Desporto Escolar, o grupo equipa de boccia, da Escola Secundária de Estarreja, participou no dia 14 de fevereiro, na terceira concentração da modalidade, competição individual, que se realizou na Escola Básica de Sever do Vouga.
Os/as alunos participaram com bastante empenho e representaram dignamente o nosso Agrupamento.

Resultados finais
1º classificado
Diana Silva (10º M)

2º classificado
Moisés Monteiro (7ºG)

12º classificado
Alexandre Monteiro (7ºG)

O aluno Moisés Monteiro, 7ºG, e Diana Silva, 10ºM, irão representar o nosso agrupamento na fase distrital que se realizará a 25 de março, na Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro.

A Professora Responsável
Sandra Fagundes

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho

O número de desempregados com deficiência registados no Instituto do Emprego e Formação Profissional tem vindo a aumentar.
Ainda assim, o mercado laboral está mais recetivo e as pessoas com dificuldades intelectuais conseguem oportunidades de trabalho que antes não tinham.
Estamos longe de ter uma situação ideal, mas há cada vez mais exemplos de inclusão. Segue a Reportagem Especial "Um Mundo Lá Fora", que passou este sábado no Jornal da Noite, na SIC Notícias.

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Para refletir sobre Inclusão

Se quisesses ser parte de algo e não pudesses, se te fizessem sentir diferente, o que farias?


Objetivos: Partilhar recursos e conhecimentos adquiridos em momentos de formação com os pares, fomentar o diálogo, a partilha de experiências e a reflexão dos alunos acerca do conceito de inclusão, promover valores nos relacionamentos e um bom ambiente de aprendizagem.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Clube “PENSANDO AO OIRÁRTNOC” - Dia dos Namorados


   No âmbito da comemoração do “Dia dos Namorados”, 14 de fevereiro, o Clube “PENSANDO AO oirártnoc” procurou criar espaços de interconhecimento e partilha entre os alunos, promovendo o trabalho de grupo e a criação de um painel coletivo da Amizade.
   O dia dos namorados teve como temática a Amizade, sendo o ponto de partida para trabalhar o Saber Ser/Saber Estar.
   Os objetivos para este tema passaram por incentivar a realização de trabalhos valorizadores das capacidades e inter-relações entre os alunos; aquisição de novo vocabulário relacionado com a amizade; construir um painel com o título – “AMIZADE”.


Refletindo,
   Foram promovidas um conjunto de atividades as quais tiveram em conta as especificidades dos alunos que frequentam o CAA e procuraram atingir os objetivos propostos.
   Num plano global, podemos considerar que com o tema “Amizade” possibilitou a criação de um ambiente de amizade, partilha, de aceitação de ele próprio e do outro e a cooperação entre os alunos. E, foi, sobretudo, uma forma de cada um expressar ideais e sentimentos, os quais são muito importantes para o Saber Ser/Saber Estar.

É assim em PENSANDO AO OIRÁRTNOC!

Receita: Bolo de Chocolate

A confeção de um Bolo de Chocolate na nossa cozinha improvisada, proporcionou a exploração de várias áreas, sendo as principais a matemática funcional, o português funcional, a autonomia pessoal  e social e a higiene e a segurança pessoal.


Apesar das poucas condições, continuamos a "insistir" neste tipo de atividades por potenciar um sem fim de situações de aprendizagem e sentirmos nos alunos uma melhoria significativa ao nível do desempenho, da autonomia e do interesse. Para além do Saber Fazer, os alunos desenvolvem competências ao nível do Saber Ser. E, por isso, após a confeção desta receita, seguiu-se a partilha com as outras salas do CAA, a degustação e o convívio.

Objetivos: Ler e interpretar uma receita, entender e calcular as quantidades e  pesar/medir  numa balança ou num copo medidor,  usar forma, espátula, batedeira elétrica e patusca, ler as horas num relógio digital e gerir o tempo, aplicar regras de higiene e segurança, autorregular o comportamento, compreender o propósito da partilha e do convívio.

14 de fevereiro - Dia de S. Valentim

Trabalho realizado pelos alunos do CAA

Objetivos: promover valores nos relacionamentos, ler e escrever vocabulário relacionado com a data, utilizar as TIC  em sala de aula.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Inclusiva...mente(s) - Palestra de David Rodrigues

"Ninguém beneficia de Medidas Universais. A educação é como o oxigénio e a água potável. É um direito."
"A excelência não é ter bons alunos. É educar todos os alunos."
"A Escola tem de se aproximar do aluno. E isso não é facilitismo."
                                                                                                                    David Rodrigues

Palestra Inclusiva..mente(s)
Fonte
A palestra Inclusiva...mente(s), organizada pela EMAEI, trouxe à Escola Secundária de Estarreja, no passado dia 5 de fevereiro, o Presidente da pró-inclusão e Conselheiro Nacional de Educação, o Prof. Dr. David Rodrigues. 
O orador abalou certamente o paradigma da Escola tradicional ao explorar o conceito de Inovação inclusiva e várias teses sobre Educação Inclusiva.
O final da palestra foi feito de partilha de experiências, de argumentação e polémica. Afinal não são estes os ingredientes que potenciam a mudança? Potenciaram certamente algum desconforto e reflexão nos presentes e também no orador. Partilho convosco o seu desabafo, quase em formato de adenda à palestra, retirado do Espaço 54 - Grupo de Apoio à Educação Inclusiva, do qual é membro.

Paula Silva


Exames e Inclusão
Ontem no final de uma ação de formação na sede de um agrupamento de escolas em Estarreja, no momento das perguntas, ressurgiu a sempre presente questão sobre "como se pode diferenciar, flexibilizar se há exames?". E vem depois a argumentação das expectativas dos alunos, das famílias, etc. etc. etc
A conclusão que se procura tirar é simples: enquanto houver exames não pode haver diferenciação nem flexibilidade. Por isso talvez mesmo a inclusão seja "conversa para inglês ver".
Tivemos uma discussão bem viva sobre o assunto a que eu gostava aqui de voltar em 5 pontos:
1. Há uma grande diferença entre o tempo dos exames e da Inclusão: os exames é o fim de uma era e a Inclusão (e a diversidade) o início de outra. Quero acreditar que nenhum educador acredita de verdade que para resolver os problemas de hoje precisamos das soluções de ontem...
2. Existe uma obsessão com os exames. Porque é que não se diferencia no 5º ano? por causa do exame do 9º. Porque não se diferencia no 10º? Por causa do exame do 12º. E assim vamos. Assim vista esta posição é mais uma desculpa do que uma opção educacional.
3. Fazer obedecer toda a educação ao sucesso nos exames seria partir do princípio que os exames são justos (ninguém assina isto, pois não?), que os exames avaliam toda a aprendizagem (também não, pois não?) e que o sucesso nos exames é o objetivo mais nobre de 12 anos passados na escola.
4. Mesmo assim, a Inclusão não é incompatível com avaliações estandardizadas. Há muita maneira de chegar aos conteúdos que se acham "imprescindíveis". Porque é que então se faz finca pé nesta antinomia entre exames e inclusão?
5. Assumo que a minha resposta é polémica, mas aqui vai: é certamente porque ainda há professores que necessitam dos exames como peça indispensável de motivação dos alunos. E aqui talvez haja uma grande "margem de progressão". E procurássemos cada vez mais e em conjunto fazer com que TODOS os alunos se apaixonassem pelo nosso ensino, pela vibração dos conteúdos, pelo seu progresso na aprendizagem?
Isto serve, afinal, para os exames e para a Inclusão!
                                                                                                                                            David Rodrigues

Divulgação │Ação de Sensibilização sobre COMPORTAMENTOS ADITIVOS E DEPENDÊNCIAS

Inscrições online: Professores
                               Pais/encarregados de educação


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Clube “PENSANDO AO OIRÁRTNOC” - Inverno

Durante o mês de janeiro, no Clube “PENSANDO AO oirártnoc”, realizam-se diversas atividades relacionadas com a estação do ano - INVERNO.
As atividades propostas foram dinamizadas pelos docentes de educação especial no CAA e tendo em conta aa especificidade de cada aluno.
 As atividades tiveram em conta, os seguintes objetivos:
- Reconhecer e identificar as características da estação do ano – INVERNO;
- Ler e interpretar o poema de Eugénio de Andrade “O Inverno”;
- Construir o painel do Inverno.
Entre as atividades realizadas, destacamos a elaboração do painel do Inverno, tendo como base um Boneco de Neve elaborado por todos os alunos e diversos Bonecos de Neves elaborados individualmente.
A escolha do Boneco de Neve como símbolo do INVERNO, teve haver com a confeção do bolo em forma de Boneco de Neve, que os alunos confecionaram no final do 1.º período.
As atividades procuraram atingir os objetivos específicos propostos, nomeadamente:
- Envolver os alunos para as datas festivas;
- Estimular a criatividade nos alunos;
- Criar nos alunos o sentido de responsabilidade;
- Promover a autonomia.
Por último, é importante reconhecer que na realização dos trabalhos os alunos apresentaram uma identidade solidificada e responsável que permitiu a consecução dos objetivos e a realização das atividades apresentadas.
É assim em PENSANDO AO  oirártnoc”!

Caixa da Amabilidade



E como o mês de fevereiro é a data que dá primazia aos Afetos, resolvi partilhar uma atividade que tem vindo a ser realizada no CAA, com vista a promover nos alunos atitudes de empatia, amabilidade e tolerância.

Semanalmente, os alunos têm registado numa folha atitudes de amabilidade para com os colegas, em contexto de sala de aula ou de recreio, para com os auxiliares da ação educativa, professores, pais e outros familiares. Como as competências de leitura e escrita variam de aluno para aluno, é-lhes dada a possibilidade de representar essas atitudes pelo desenho, complementando o texto escrito. As mensagens são inseridas numa caixa e ali guardadas até ao final do período, altura em que serão apresentadas ao grupo e servirão de reflexão.

Objetivos: promover contextos que promovam a empatia, a tolerância e a autoestima entre pares no CAA, na escola e na família, fomentar o ambiente académico favorável ao desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Inquérito - Ciência e Mitos sobre os Efeitos dos Videojogos

Está a decorrer um inquérito online neste link , dirigido aos presentes, de modo a avaliar se esta ação atingiu os padrões de qualidade a que nos propusemos e também para planear eventos futuros.


Partilho aqui algumas fotos e considerações que foram deixando no inquérito.

"Excelente momento formativo."
"Notável comunicador."
"Expôs o tema de forma muito objetiva e pertinente."
"A ação foi excelente."
"Ficava mais uma hora a ouvir o professor Nelson Zagalo com todo o gosto."
"Parabéns pela iniciativa!"
"Excelente orador que utilizou uma linguagem acessível. Apurado sentido de humor. Penso que também devia ter sido aberta para alunos, pois ao privarem com o Prof. Dr. Nelson Zagalo iriam mudar alguns dos seus hábitos e comportamentos."

PALESTRA│Ciência e Mitos sobre os Efeitos dos Videojogos


“Os criadores de jogos não são criadores de experiências maléficas”, afirmou o Prof. Dr. Nelson Zagalo, investigador doutorado na área do multimédia e dos videojogos, na abertura da Palestra Ciência e Mitos sobre os efeitos dos Videojogos que juntou, no passado dia 29 de janeiro, no auditório da Escola Secundária de Estarreja, professores de diferentes ciclos e áreas curriculares, técnicos, psicólogos, agentes da GNR, do projeto Escola Segura, e, em representação da Câmara Municipal de Estarreja, o vereador da educação, Dr. João Alegria.
Em publicação no blogue Virtual Illusion, o orador, professor do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, escreve acerca do alegado vício na internet e nos videojogos: “Na palestra que realizei hoje, no Agrupamento de Escolas de Estarreja, aproveitei para ir mais ao fundo da questão.” (…) “recordo agora que durante a VJ2019 (11ª Conferência sobre Ciência, Arte e Videojogos), um dos artigos focava esta questão do vício, e na altura os dados apresentados conduziam à ideia de que existiria mesmo algo distinto dos outros media nos videojogos. Contudo, do literature review que conduzi, focado em estudos e artigos de 2018 e 2019, não encontrei qualquer evidência de vício criado pelos videojogos em pessoas saudáveis. E foi exatamente seguindo estes preceitos que realizei a palestra.”
De facto, é a associação comum dos videojogos à cultura da violência e da dessensibilização e à adição e à dependência, já tão enraizada na nossa sociedade, que o fundador da Sociedade Portuguesa dos Videojogos vai desconstruindo ao longo da palestra. Deixa um alerta aos pais: “Existe um problema nas idades mais tenras: 4, 8, 12, 14. (..) Aqui cabe aos pais o controlo, ele é inevitável, não porque os videojogos possam degenerar as mentes das crianças per se, mas simplesmente porque a formação de personalidade requer diversidade de experiências.”
A palestra terminou com a participação de alguns dos presentes que colocaram questões sobre os tratamentos que têm vindo a surgir em clínicas privadas ao suposto vício dos videojogos. O orador salientou a necessidade de realização de psicoterapia e o envolvimento da família na recuperação do indivíduo e na alteração de comportamentos. 
Pessoalmente, acredito que esta ação contribuirá, a longo prazo, para uma necessária mudança de mentalidades e de comportamentos e que os presentes darão o seu contributo nas escolas, nos gabinetes, na família, na sociedade.
Quem quiser aprofundar mais esta temática poderá consultar os diapositivos apresentados e partilhados pelo orador neste link e que podem ser descarregados para melhor leitura.
Deixo os meus mais sinceros agradecimentos ao Prof. Dr. Nelson Zagalo, que aceitou este convite com grande generosidade e gentileza, divulgou este evento e partilhou os seus materiais, à Câmara Municipal de Estarreja e à Biblioteca Escolar da ESE por presentear o orador com algumas lembranças, assim como à colega Rosário Santos, pela amizade e ajuda na articulação dos vários parceiros desta atividade. Agradeço, também, a todos os presentes que permitiram a realização desta atividade.

Paula Silva
Professora de Educação Especial

A Lenda da Sopa da Pedra

Antes da confecção da sopa na nossa cozinha improvisada do CAA, a Lenda da sopa de pedra serviu de introdução e de motivação para a tarefa. Após a sua exploração, confeccionámos uma sopa. Deixo aqui uma das versões que encontrámos na Internet e partilho as fotos da nossa atividade.



Objetivos: aprender a seguir instruções, aprender vocabulário funcional relacionado com a temática, entender as quantidades, identificar géneros alimentares, descascar e cortar utilizando faca e descascador, usar uma cafeteira elétrica, uma placa elétrica e uma varinha mágica, ler as horas e gerir o tempo, aplicar regras de higiene e segurança, autorregular o comportamento, escrever a receita após a sua confeção, compreender o propósito da partilha e do convívio, em suma, adquirir competências de autonomia pessoal e social.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Frases de gratidão

Para assinalar o Dia Internacional do Obrigado, os alunos do CAA partilharam frases de gratidão. 
Objetivos: promover contextos que promovam a empatia, a tolerância e a autoestima entre pares no CAA, fomentar o ambiente académico favorável ao desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Dia Internacional do Obrigado - 11 de janeiro



O 11 de janeiro é dia de dizer obrigado. Obrigado à família, aos amigos, às pessoas de quem gosta, a quem lhe faz bem, àquela pessoa que lhe deu passagem no trânsito ou lhe abriu a porta.
É, também, dia de agradecer por aquilo que tem de bom na sua vida. Experimente fazer o exercício de escrever numa folha de papel alguns motivos pelos quais se deve sentir agradecida. Os entendidos em matéria de comportamento humano dizem que, ao fazer isto todos os dias, vai sentir-se melhor consigo mesma, mais feliz.
Já a nível científico, é isto que acontece: vai ativar o sistema de recompensa do cérebro através da libertação de Dopamina, aumentando a sensação de prazer, e, por outro lado, estimula o hipotálamo a produzir e libertar Oxitocina, a chamada «hormona do amor»
O resultado desse exercício traduz-se na redução do nível de ansiedade, medos e angústias, ao mesmo tempo que estimula a tranquilidade e o afeto. E há quem diga que as pessoas que praticam diariamente a gratidão são mais otimistas, satisfeitas com a vida e têm mais vitalidade.

Sabe como agradecer noutras línguas?

Inglês – Thank You                         Romeno – Va Mulţumesc
Catalão – Gràcies                            Eslovaco – Ďakujem
Alemão – Danke                             Sueco – Tack
Árabe – Shukran                             Russo – Spasibo
Búlgaro – Blagodaria                     Coreano – Gamsahamnida
Cantonês – M̀h’gōi                         Albanês – Faleminderit
Croata - Hvala                                Libanês – Choukrane
Dinamarquês - Tak                         Grego – Sas eucharistoume
Espanhol – Gracias                         Mandarim – Xièxiè
Finlandês – Kiitos                           Maltês - Grazzi
Francês - Merci                               Ucraniano – Spasybi
Holandês – Dank u                         Turco – Teşekkür ederim
Havaiano - Mahalo                         Indonésio - Terima kasih
Hebraico – Todah                           Japonês – Arigatô
Islandês – Takk                               Italiano - Grazie

Artesanato Indígena Olho de Deus


O Olho de Deus é uma mandala que tem seu próprio significado. Esse tipo de mandala, conhecida como Olho de Deus, é um antigo símbolo feito pelos índios Huichol do México e dos índios Aymara da Bolívia.
A simbologia por trás da mandala Olho de Deus está relacionada à saúde, felicidade e prosperidade de quem a possui. Foi por isso que escolhemos esta altura do ano para trabalhar esta manualidade, tendo em conta os votos de ano novo que trocamos.


Objetivos: Compreender o significado de datas importantes. Realização da Mandala "Olho de Deus" usando a técnica de macramé. Exploração das várias figuras geométricas que se podem observar, ângulos e sua amplitude. Desenvolver a motricidade fina