Convida-se
toda a comunidade educativa a visitar a exposição de trabalhos dos alunos do
CAA - ESE e dos seus colegas de turma, em parceria com a disciplina de Educação
Visual.
29 out
- 08 nov │Biblioteca da Escola Secundária de
Estarreja
Com vista à prevenção e o combate à violência em contexto escolar, abordámos as temáticas do bullying e cyberbullying. É sempre importante dialogar com os alunos sobre valores e comportamentos e sinalizar situações de conflito.
Após o visionamento de vídeos, os alunos representaram pelo desenho a mensagem que queriam veicular. Seguem-se alguns desses trabalhos dos alunos que mais se empenharam e conseguiram concluir a tarefa.
Objetivos: Manter a atenção necessária à manutenção e conclusão da tarefa; gerir o tempo e os materiais necessários; dialogar sobre as temáticas; autorregular o comportamento em sala de aula.
Objetivos:Assinalar o Dia Nacional de Sensibilização sobre o Ciberbullying, facilitar a compreensão de causas e consequências do ciberbullying, alertar para as consequências dos comportamentos incorretos na escola, explorar dicas que facilitem o controlo do fenómeno, sensibilizar para a procura de ajuda.
Este domingo é Dia Mundial do Combate ao Bullying. Para assinalar a data, o Ministério da Educação desafia todos os diretores de todas as escolas públicas e privadas a elegerem esta semana como a "Escola sem bullying, escola sem violência". O objetivo é que o plano de prevenção seja trabalhado e executado ao longo do ano letivo. Veja a notícia aqui.
Nessa linha, no sentido de prevenir situações de indisciplina e violência, em particular o bullying e o ciberbullying, o Ministério da Educação disponibiliza recursos de prevenção e combate, no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet e da Equipa de Educação para a Saúde.
Despacho nº 8404-C/2019, de 20 de setembro de 2019
Esta data é sempre uma boa razão para abordar a importância da alimentação saudável e equilibrada.
Para tal, o CAA da ESE envolveu os alunos na confecção de receitas.
À confecção, seguiu-se a degustação, o convívio e a partilha entre salas.
panquecas
espetadas de fruta e salsicha
Objetivos: Ler e interpretar uma receita, aprender vocabulário funcional relacionado com a temática entender as quantidades e pesar numa balança, usar uma frigideira, espátula, e placa elétrica, ler as horas e gerir o tempo, aplicar regras de higiene e segurança, autorregular o comportamento, compreender o propósito da partilha e do convívio, em suma, adquirir competências de autonomia pessoal e social.
No Clube “PENSANDO AO OIRÁRTNOC”realizaram-se atividades com o intuito de comemorar datas festivas.
Exposição do trabalho coletivo dos alunos do CAA - bloco E
Tema do trabalho: outono
Todas as atividades realizadas são promotoras da autonomia, utilizando as seguintes metodologias: atividades de pesquisa (saber as cores do outono), atividades práticas (pintura com vegetais – brócolos); atividades de caráter experimental (pintura de árvores com brócolos); reflexão e exposição dos trabalhos.
Pintura de árvores e flores
pintura com carimbos de vegetais
Animais feitos de folhas outonais
Objetivos: incentivar a realização de trabalhos
valorizadores das capacidades e interesses dos alunos e contribuir para um melhor
conhecimento e valorização do trabalho realizado pelos alunos no Centro de
Apoio à Aprendizagem – CAA.
O meu nome é Carla Ventura, represento a Play4Edu, finalista do concurso InovPortugal da AcreditaPortugal, que consiste na criação de jogos educativos digitais para crianças.
Lançámos alguns jogos educativos durante este ano e gostaria de divulgar o nosso trabalho.
Somos Engenheiros Informáticos e temos experiência como professores no ensino com crianças de várias idades.
Também temos como missão futura:
A criação de jogos educativos para crianças / indivíduos com necessidades educativas especiais e/ou portadoras de deficiência.
A empregabilidade/inclusão de portadores de deficiência que poderão criar brinquedos associados aos nossos jogos educativos à mão de forma artesanal.
Quando cheguei à escola, vi uns senhores a montar insufláveis.
As turmas foram para os insufláveis à vez. A professora Manuela mandou fazer uma fila e entrámos para os insufláveis. Eram dois insufláveis: um vermelho pequeno e um amarelo grande. Adorei brincar com os meus colegas.
A seguir fomos fazer pinturas faciais. Pedi um coração e um M de mãe. Porque adoro a minha mãe!
Hoje, na minha cantina, a ementa foi sopa de legumes, o prato principal foi hambúrguer, batatas fritas e arroz. A sobremesa foi gelado de morango e baunilha. Estava tudo muito bom!
O robô, resultado de uma parceria entre a Universidade do Minho (UMinho) e a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), é capaz de simular sentimentos como tristeza, alegria, surpresa e medo e tem estado a ser testado, com sucesso, em várias escolas, clínicas e associações das cidades de Braga, Porto e Aveiro.
De acordo com um comunicado enviado pela UMinho ao Boas Notícias, o Zeca (cujo nome provém da expressão inglesa "Zeno Engaging Children With Autism"), produzido pela empresa Hanson Robotics, faz parte de um reduzido número de projetos robóticos a nível internacional destinados a melhorar a vida social de crianças com perturbações do espectro de autismo.
Os testes realizados, até ao momento, com as crianças portuguesas que já conheceram o Zeca em "cenários de jogo" permitiram-lhes, segundo os investigadores da UMinho, melhorar "os níveis de resposta, envolvimento e interesse na interação social".
"Em concreto, [as crianças participantes] exibiram mais comportamentos não-verbais e tiveram um desempenho significativamente melhor nas tarefas, quer na identificação e imitação das expressões faciais, quer na inferência dos estados afetivos de colegas", congratula-se a equipa.
Ou seja, salientam os cientistas envolvidos no desenvolvimento do Zeca, apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), este "suporte robótico influenciou positivamente a interação com estas crianças" em comparação com o que se passou com aquelas "que realizaram tarefas idênticas" sem o apoio do robô.
A investigação "Robótica-Autismo" arrancou em 2009 no Centro Algoritmi e no Departamento de Eletrónica Industrial da Universidade do Minho, juntando a coordenadora Filomena Soares, os investigadores Cristina Santos, João Sena Esteves, Sandra Costa, Ana Paula Pereira (do Centro de Investigação em Educação da Universidade) e Fátima Moreira, da APPACDM.