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| Filipe Gomes, 2º ano, Centro Escolar Visconde Salreu |
Espaço de partilha e divulgação de atividades, experiências e informações no âmbito da Educação Especial
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Mês de dezembro: Vamos consultar o calendário
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
As histórias viajam!
A Biblioteca da E.B. Padre Donaciano Abreu Freire, levou o Projeto "As histórias viajam" aos alunos da E.B. de Santo Amaro. A exploração de duas histórias infantis foram o ponto de partida para as atividades que se seguem.
O Pinto Careca
Objetivos: Desenvolver a comunicação compreensiva e expressiva.
A Princesa que bocejava a toda a hora
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| Trabalho do aluno Adriano Monteiro, 3º ano da E.B. de Santo Amaro |
Era uma vez um pinto careca que andava à procura de riqueza. Um dia, o pinto encontrou umas moedas de ouro e decidiu ir dá-las ao rei.
Encontrou um rio e disse:
- Sai já daí pois quero passar!
Como o rio não se afastou, o pinto engoliu-o.
Mais à frente, encontrou uma coruja e disse:
-Voa já daí pois quero passar!
Como a coruja não voou, o pinto engoliu-a inteira.
Mais tarde, encontrou um pinheiro e disse:
-Sai já daí pois quero passar!
Como o pinheiro não saiu do caminho, o pinto engoliu-o inteiro.
Por fim, encontrou uma raposa estendida ao sol e disse:
-Sai daí pois quero passar!
Como a raposa não se mexeu, o pinto engoliu-a inteira.
Por fim, chegou ao castelo para dar a riqueza ao rei.O rei achou que podia ficar com as moedas e ainda comer o pinto. Então, o rei mandou prender o pinto no galinheiro. Lá fechado, o pinto cantou «Qui ri qui qui, quero as minhas moedas aqui». Ao abrir tanto o bico, saiu de lá a raposa que comeu as galinhas e o pinto ficou livre.
O rei não estava nada contente e mandou prendê-lo no louceiro. Mais uma vez o pinto cantou «Qui ri qui qui, quero as minhas moedas aqui». Ao abrir tanto o bico, saiu de lá o pinheiro, deixando o pinto livre.
Furioso, o rei mandou prender o pinto no pote do azeite. De novo o pinto cantou «Qui ri qui qui, quero as minhas moedas aqui».Como abriu tanto o bico saiu de lá a coruja que bebeu o azeite todo, salvando o pinto de se afogar.
Já sem paciência,o rei mandou acender o fogo para cozinhar o pinto. Como de costume, o pinto cantou «Qui ri qui qui, quero as minhas moedas aqui» e logo a água do rio apagou o fogo. E não ficou por ali. Na verdade, o rio inundou o palácio e o rei ficou cheio de medo.
Como não queria morrer, o rei devolveu imediatamente as moedas ao pinto que as gastou numa grande viajem pelo mundo fora, na companhia da raposa, da coruja e do pinheiro, até este último ganhar raízes.
Como não queria morrer, o rei devolveu imediatamente as moedas ao pinto que as gastou numa grande viajem pelo mundo fora, na companhia da raposa, da coruja e do pinheiro, até este último ganhar raízes.
Rúben Matos, 4º ano, E.B. de Santo Amaro
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| Trabalho do aluno Diogo Almeida, 2º ano, EB de Santo Amaro |
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Regular comportamentos
A minha intervenção ao nível comportamental passou, neste caso, por dialogar com o aluno sobre as consequências das suas atitudes no recinto escolar, nomeadamente na hora do recreio. Seguidamente o aluno redigiu os comportamentos a evitar por motivos de segurança:
- Não atirar pedras
- Não empurrar ou bater nos outros
- Não brincar junto das caixas de esgoto
- Não sair da escola sem autorização
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| Trabalho do aluno Paulo Cardão, 4º ano, Centro Escolar de Salreu |
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Vamos rimar!
S. Martinho num dia chuvoso,
Lá ao fundo estava um mendigo,
Cheio de fome e sem abrigo.
S. Martinho cortou a capa ao meio
Para dar metade ao mendigo
E o que restou, S. Martinho guardou
Ouve bem o que te digo
Deus recompensou S. Martinho
Deu-lhe sol por um bocadinho!
Era o Verão de S. Martinho...
Miguel Varum, 4º ano, Centro Escolar de Salreu
Objetivos: desenvolver competências de escrita a partir de atividades de escrita criativa; promover a autoestima e a confiança comunicativa.
O dia de S. Martinho na minha escola
À noite, joguei ao jogo do S. Martinho com o meu irmão.
Neste jogo, temos que desenhar o S. Martinho para ver quem desenha melhor. Por
fim, fiz uma máscara de uma castanha para poder usar lá em casa.
Rúben Matos, 4º ano, EB de Santo Amaro
Objetivos: Desenvolver competências de escrita a partir de experiências passadas, narradas em sucessão. Promover a autoestima e a confiança comunicativa.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
A Bruxa Mimi
Tenho de confessar-me fã das histórias da coleção "A bruxa Mimi" e, por isso, aproveito esta altura do ano para as explorar com os meus alunos.
Nesta história, a bruxa Mimi está sempre a tropeçar ou a sentar-se em cima do Rogério, o seu gato preto, por não conseguir vê-lo. Depois de várias tentativas para solucionar o problema tudo acaba bem.
Pedi aos meus alunos que ouvissem a leitura da história com atenção para, depois, representarem, através do desenho, essas soluções encontradas pela bruxa.
"O Rogério passou a ser verde como a relva!"
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| Trabalho do aluno Vítor Pintor,4º ano, Stº Amaro |
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| Trabalho do aluno Diogo Almeida, 2º ano, Stº Amaro |
Áreas trabalhadas: Atenção, Memória, Comunicação compreensiva e expressiva, Motricidade fina.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Culinária assombrada!
"No Dia das Bruxas, a professora Paula pediu-me para escrever a receita de uma sopa de bruxa, daquelas feitas num caldeirão. Foi giro porque fartámo-nos de rir dos ingredientes que eu inventei."

Ingredientes:
10L de baba de Troll
200 garras de tigre
1000 ovos podres
2000 bombinhas de mau cheiro
3000 teias de aranha
4000 olhos de aranha
Rúben Matos, 4º ano, EB de Santo Amaro
Hoje os meus alunos tiveram uma difícil tarefa: ajudar a bruxa Maligna a fazer umas saborosas sopas. Depois de pensarem nos ingredientes que ela poderia usar nessas sopas, os meus alunos escreveram o modo de preparação.
Aqui vão algumas sugestões. Boa falta de apetite!
Ingredientes:
10L de baba de Troll
200 garras de tigre
1000 ovos podres
2000 bombinhas de mau cheiro
3000 teias de aranha
4000 olhos de aranha
Modo de Preparação:
Primeiro, encha o caldeirão com 10L de baba de Troll. Depois, acrescente 200 garras de tigre e, logo a seguir, 1000 ovos podres. Bata muito bem as 2000 bombinhas de mau cheiro e tempere com 3000 teias de aranha.
Quando ferver, acrescente, finalmente, 4000 olhos de aranha para melhor induzir o vómito.
Miguel Varum, 4º ano, Centro Escolar Visconde Salreu
Ingredientes:
1 kg de arroz maligno
Massa do horror
6 ovos podres
7 Penas de galinha
1L de água choca
Modo de Preparação:
Ferve-se 1L de água choca. Junta-se 1 Kg de arroz maligno, massa do horror, meia dúzia de ovos podres e 7 penas de galinha.
Bruno Gaspar, 4º ano, EB de Santo Amaro
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
O sortudo do Xavier
-Rio és tão lindo numa noite de lua cheia!
-E tu também não estás nada mal! - respondeu o rio.
-Hááááá... quem falou?- perguntou o menino assustado.
-Fui eu, o rio. Sai daí porque está aí um lobo!- avisou o rio.
-Acudam,acudam!-gritou o Xavier-Agora é que estou em sarilhos!
Apareceu o seu amigo T-Rex e fez "UUARGH" e o lobo foi embora.
-Obrigado dinossauro! -agradeceu o Xavier.
Texto elaborado por Miguel Varum e desenho elaborado por Paulo Cardão, alunos do 4º ano do Centro Escolar de Salreu.
Objetivos: Desenvolver competências básicas de leitura e escrita, relembrando-se/consolidando-se regras ortográficas; recorrer ao dicionário e ao corretor ortográfico de programas de escrita para se consolidarem regras ortográficas; fomentar a escrita criativa; representar a partir do desenho uma história ouvida.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Já fiz 9 anos!
Festejei o meu aniversário em minha casa.Na minha festa de anos, esteve a minha família toda: as minhas primas, os meus padrinhos, os meus avós, o meu irmão, a minha mãe e o meu pai.
Na hora de cantar os parabéns e de soprar as velas, o meu irmão empurrou-me a cara contra o bolo! Foi divertido e todos se riram.
No sábado seguinte, festejei com os meus amigos, em minha casa, debaixo do coberto. Brincámos a tarde toda, jogámos jogos e dançámos. A minha prenda favorita foi o bolo de aniversário, feito pelas minhas tias.
Rúben Matos, 4º ano, E.B. de Stº Amaro
Objetivos: Desenvolver competências básicas de escrita, relembrando-se e consolidando-se regras ortográficas; desenvolver a capacidade de comunicar experiências passadas; dar a oportunidade ao aluno de sobressair positivamente face à turma/comunidade educativa; promover a autoestima e a segurança comunicativa.
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