quinta-feira, 22 de abril de 2010

Viajando até aos planetas das letras

O Caminho das Letras é um site lançado pelo Ministério da Educação para estimular a aprendizagem da leitura. Resultou de uma parceria entre o Programa Nacional de Ensino do Português (PNEP), o Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas - CITI e o Plano Nacional de Leitura - PNL.


Oferece às crianças a possibilidade de percorrerem um surpreendente universo de imagens, textos e sons muito apelativos, que lhes despertarão a curiosidade pelas letras, pelas palavras e pelos textos.
Tem sido um recurso de muitas vantagens: permite associar letra ou conjuntos de letras, som, imagem, vídeo e jogos, ampliar e diminuir o tamanho de letra e trabalhar a fluência da leitura de textos na secção de Livros Digitais, podendo-se avançar e retroceder as páginas do livro como se a criança o tivesse na mão. Também tenho usado este recurso com alunos com défice auditivo e/ou dificuldade na articulação de paravras. À medida que vai acertando, os estímulos sonoros positivos (palmas) são, sem dúvida, motivadores.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Internet: um recurso indispensável nas nossas escolas


O G. do Jardim de Infância adora actividades da Internet. Com estas actividades, consegue concentrar e dirigir a atenção, aumentando gradualmente os tempos de atenção/concentração e, desta forma, adquirir linguagem e conceitos básicos tais como a cor, tamanho, forma, quantidade, comprimento, igual/oposto (...). Desta forma, tenho procurado facilitar o recurso ao computador e, sempre que possível, à Internet de forma a variar as actividades. Infelizmente o acesso à Internet nem sempre é facilitado nas nossas escolas: computadores por instalar, ligação deficiente ou mesmo inexistente...

O G. esteve a ouvir contos tradicionais num sítio da Internet chamado Júnior. Na minha opinião, é uma actividade muito mais aliciante para as crianças do que ouvirem a minha leitura de um conto, mesmo sendo a mais expressiva. E acreditem que sou uma acérrima fã do contacto com os livros!É, de facto, a nova sociedade tecnológica em que vivemos! Um estudo publicado no Público diz que hoje «é mais fácil ler e escrever que falar e ouvir» (in http://www.clube-de-leituras.pt/index.php?s=destaques&catid=5&id=509&accao=tab3#tab3). Por isso, temos que tirar partido das ofertas tecnológicas, apesar das suas muitas desvantagens...
Para que a história avance, o G. deve clicar numa seta. Nestes momentos de pausa, a professora aproveita para explorar palavras difíceis em termos de significado e articulação.



O G. também soube responder a algumas perguntas sobre a história porque esteve muito atento. É que a professora queria ter a certeza de que ele a estava a compreender tudo. Muito bem G. !

Vejam só a ilustração da história que acabou de ouvir/ver. Fantástica não acham?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Educação emocional

Para alguns autores, Elias & Friedlander, incentivar as crianças a falar sobre os seus sentimentos é algo que deveria ser exercitado desde que as crianças conseguem compreender o conceito de alegria, medo, tristeza, raiva e ciúme. Sabemos, hoje, que as crianças são capazes de sentir os mesmos sentimentos que o adulto desde pequenas, só não sabem como compreendê-las e expressá-las e isso precisa de ser aprendido.
Para trabalhar a sua auto-estima, comecei por apresentar ao aluno várias cartolinas de cor diferente e pedi-lhe que escolhesse uma para fazer uma listagem do que conseguia fazer e outra para fazer uma listagem do que não conseguia fazer.
Esta actividade desenrolou-se com muita naturalidade e permitiu à criança exprimir os seus sentimentos.

Face à discrepância entre as duas listagens, a conclusão é óbvia: a criança é detentora de inúmeras competências. O aluno percebeu isso facilmente e ficou muito contente. Soube também identificar as situações do dia-a-dia em que devia tentar modificar a sua atitude face situações em que não tinha tanto sucesso. Conversámos um pouco sobre essas situações e concluímos que o importante não é ganhar ou perder mas, sim, participar!

A estratégia seguinte foi elaborar uma folha de registo em que registaríamos em conjunto todas as atitudes do aluno. O aluno concordou e propôs que o recompensasse se o resultado fosse a alteração da sua atitude face ao fracasso.
E foi este o nosso compromisso!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Crucigrama

Objectivos da actividade: manusear diferentes materiais e técnicas, controlar a coordenação óculo-manual, desenvolver a motricidade fina, fomentar a linguagem, desenvolver a estruturação espacial, distinguir as cores, desenvolver as capacidades de leitura e escrita, desenvolver o sentido estético. Desenvolver a capacidade de preparar, iniciar e organizar o tempo e o espaço necessários à realização de uma tarefa complexa, de forma a conseguir finalizá-la.

Crucigrama

1º Pedi aos alunos do 4º ano( H., S. e C.) que escolhessem uma palavra qualquer e a escrevessem na vertical, no centro de uma folha branca. Depois, pedi-lhes que construíssem um crucigrama a partir dessa palavra.

Para o efeito, forneci-lhes jornais e revistas e pedi-lhes que procurassem palavras, as recortassem e colassem na horizontal, encaixando-as, assim, na primeira palavra escolhida por eles. Quando terminaram, aprendemos a procurar no dicionário de Língua Portuguesa o significado de todas as palavras encontradas.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Explorar o material Cuisenaire no J.I.

Descobrimos um jogo novo no Jardim de Infância: o Cuisenaire (de que já falámos aqui).
Contruímos, contámos, medimos..., ou seja, estamos a desenvolver a aprendizagem do cálculo e o raciocínio numérico. O G. resolveu este exercício com facilidade. Já sabe contar até 10!

A dificuldade aumentou aquando da correspondência de cor. O G. está a aprender a identificar as cores.

Mas quem é que perdeu a peça amarela? O G. contornou rapidamente este problema técnico. Muito bem!

domingo, 4 de abril de 2010

Vamos fazer exercício!

Fintas à Figo

Finalmente, vamos preparar as pernas para fazerem muitas fintas à Figo.
Para este exercício precisámos de mais espaço. Procurámos um lugar onde podessemos correr.
Colocámos vários arcos seguidos e alguns pinos ou mecos em linha recta, com cerca de meio metro de intervalo entre cada um deles. Se não tiveres os tais mecos, podes usar como obstáculo o que tu quiseres: garrafas de plástico, baldes ou outros objectos do género. Nós usámos um vaso pequeno virado ao contrário.
O que tens de fazer é contornar os obstáculos, ou seja, em corrida rápida tens de andar aos SS à volta dos obstáculos sem deitar nenhum ao chão. Podes tentar as vezes que quiseres até conseguires.
Mas não vale afastares-te muito da linha de obstáculos, porque assim torna-se demasiado fácil.
Faz cinco corridas para cada lado; se cair um objecto, começa de novo. Não desistas!
Na nossa escola nem precisamos de grandes recursos. A própria disposição das árvores no jardim permite fazer grandes corridas de obstáculos, não achas? Agora sim! Já estás pronto para o futebol J.P.!
Os jogadores treinam duas vezes por dia, mas sempre sem esquecer as regras de segurança.
Vamos lá, campeão!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Cuisenaire e o cálculo matemático

Feito originalmente de madeira, o Cuisenaire é constituído por modelos de prismas quadrangulares com alturas múltiplas da do cubo – representante do número 1 – em 10 cores diferentes e 10 alturas proporcionais. Tradicionalmente utilizado para trabalhar os primeiros números naturais, o material associa cada uma das réguas ao número que representa a medida do seu comprimento, considerando como unidade o comprimento da barra menor. De um modo geral, considera-se que os primeiros números devem ser trabalhados associados a materiais ligados à contagem. No entanto, o material Cuisenaire também constitui um bom material para trabalhar a composição e decomposição dos números.
H., 4º ano.
Exercício: "Sem repetires barras da mesma cor, de quantas maneiras diferentes podes representar o número 9?"
Folha de registo da representação do número 9.
Bom trabalho H.!

terça-feira, 23 de março de 2010

O coelho...

Objectivos da actividade: manusear diferentes materiais e técnicas, controlar a coordenação óculo-manual, desenvolver a motricidade fina, fomentar a linguagem, desenvolver a estruturação espacial, distinguir as cores, desenvolver as capacidades de observação/raciocínio/associação, desenvolver o sentido estético, desenvolver a capacidade de preparar, iniciar e organizar o tempo e o espaço necessários à realização de uma tarefa complexa, de forma a conseguir finalizá-la.
Pedi aos alunos que observassem esta imagem de um coelho e de um pintainho da Páscoa e que fizessem uma lista do material a usar .

Depois do material reunido foi só meter mãos à obra!

1º passo: Fazer os moldes em cartolina de acordo com a imagem, de forma a serem utilizados pelos alunos.
2º passo: o aluno desenha as figuras a recortar com a ajuda dos moldes.

3º passo: o aluno recorta todas as peças.

4º passo: o aluno organiza as peças recortadas e prepara-as para a colagem.

O J. está quase a terminhar o seu coelhinho da Páscoa. Muito bem!

O S. usou o furador na cartolina preta de forma a obtermos pequenos círculos para os olhos. Bem lembrado!

...e o pintainho da Páscoa

1º passo: organização do material necessário.

2º passo: construção e recorte dos moldes, a partir da imagem dada, de forma a serem usados pelos alunos.2º passo: o aluno faz o contorno do molde com a ajuda de um lápis.
3º passo: o aluno recorta todas as formas que desenhou com a ajuda dos moldes.
4º passo: organização de todas as peças recortadas.
5º passo: colagem de todas as peças de acordo com a imagem.
Trabalhos do 4º ano no nosso placard de exposição na E.B.1 do Agro.

A Páscoa no Jardim de Infância

Uma variante desta actividade pode passar por pedir à criança que rasgue e faça pequenas bolas de papel crepe colorido para depois as colar na figura em cartolina até a preencher na totalidade.

A I. do Jardim de Infância das Laceiras também foi capaz de colar no lugar correcto todas as partes da cara do coelho.
Ter a imagem ao lado também ajudou muito. Bom trabalho!

Primavera em flor

Objectivos da actividade: manusear diferentes materiais e técnicas, controlar a coordenação óculo-manual, desenvolver a motricidade fina, fomentar a linguagem, desenvolver a estruturação espacial, desenvolver o sentido estético e fomentar a auto-estima.
Na E.B.1 do Pinheiro ajudámos a embelezar esta árvore com flores artificiais.
Não é fácil dar nós, mas o J. não desiste à primeira! Bom trabalho!

domingo, 21 de março de 2010

Vamos fazer exercício!

Na E.B.1 do Pinheiro, o jardim é grande e propício a jogos e brincadeiras. Quando o tempo ajuda, o J. adora jogar raquetes com os colegas na hora do recreio.

Apanha lá esta J! A professora até nem está muito "enferrujada" pois não?

Foi um jogo divertido e com muitos benefícios para o J.


É importante jogar ténis?

Cientistas e médicos de todo o mundo confirmam que o ténis é uma das atividades físicas mais saudáveis para se praticar. O ténis oferece grandes benefícios físicos e psicológicos para as crianças.
- Beneficios físicos do ténis: capacidade aeróbica, força muscular, coordenação dos movimentos, velocidade, agilidade, flexibilidade, etc.
- Beneficios psicológicos do ténis: desenvolvimento da disciplina e da aprendizagem do jogo, reforça o valor do trabalho e do esforço, cria um sentido competitivo íntegro, estimula o trabalho em equipe, desenvolve habilidades sociais, melhora a autoestima, a segurança e a diversão. (in guiainfantil.com)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dia Mundial da Árvore 21 Março

Para comemorarmos o Dia Mundial da Árvore, uma das actividades que realizámos foi um diálogo sobre a importância da Floresta. O A. e o J. deram a sua opinião :

O que não devemos fazer

- poluir a floresta;

- cortar árvores;

- atirar cigarros;

- fazer fogueiras nas matas.

O que devemos fazer

- limpar a floresta;

- plantar árvores:

- proteger os ninhos dos passarinhos.

Outra actividade que fizemos foi a representação de uma árvore através de diversos materiais.

Dadas as dificuldades do aluno no recorte, forneci ao A. do 1º ano uma árvore constituída pelo tronco em cartolina castanha e pela folhagem em cartolina verde.

Após ter colado as duas partes, o A. rasgou bocadinhos de papel crepe verde e fez pequenas bolinhas. Foi um pouco difícil terminar esta etapa da tarefa dada a dificuldade de atenção/concentração e agitação psicomotora mas tudo muda de figura quando se passa...

à colagem!
Com a ajuda de um pincel, o A. colou todas as bolinhas na árvore de forma a dar-lhe relevo.
Acidentes à parte (porque isto de mexer em cola exige muita atenção), a tarefa terminou. Só que o nosso A. não estava nada contente com a sua árvore. Decidiu que teria de ser uma árvore de fruto.
Felizmente levava na pasta um restito de papel crepe cor-de-laranja. Mesmo assim teria de ser uma macieira dizia o António... foi o que se pôde arranjar...
Claro está que a parte mais emocionante é a exposição da nossa obra. O A. já estava em cima da cadeira enquanto eu procurava os pioneses. Ufa!
Está pronto!